Saúde

Anvisa proíbe venda de canetas emagrecedoras sem registro no país

Escrito por  |  Quinta, 22 Janeiro 2026 16:19  |  Publicado em Saúde
 
Os medicamentos à base de tirzepatida das marcas Synedica e TG, e de retatrutida, de todas as marcas e lotes, tiveram sua comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e uso proibidos pela Agência Nacional de Saúde (Anvisa) nesta quarta-feira (21). Esses produtos são popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras do Paraguai”.
 
Segundo a agência, esses medicamentos são produzidos por empresas desconhecidas e são vendidos – em perfis no Instagram – “sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa”.
 
A Anvisa diz também em seu comunicado que, por serem irregulares e de origem desconhecida, “não há garantia sobre o seu conteúdo ou qualidade”, e que por isso essas canetas emagrecedoras não podem ser usadas “em nenhuma hipótese”.
 
A resolução sobre a proibição foi publicada no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (21).

 

 
 
 
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesse domingo (18) que mais de 1 milhão de profissionais que atuam na atenção primária à saúde de todo o país poderão ser imunizados, a partir de 9 de fevereiro, com a vacina Butantan-DV, com tecnologia 100% nacional, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante contra a arbovirose é o primeiro de dose única do mundo.
 
O ministro explicou que a vacinação deste público será possível com a chegada de mais doses da Butantan-DV. O Instituto Butantan deve produzir e entregar até 31 de janeiro cerca de 1,1 milhão de doses adicionais desta vacina nacional contra a dengue, para garantir a imunização dos profissionais que atuam na linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS).
 
Os anticorpos da Butantan-DV oferecem proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. Os estudos clínicos indicam eficácia global de 74% da vacina brasileira, com redução de 91% dos casos graves e 100% de proteção contra hospitalização pela doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
 
Produção de mais doses
O governo federal quer ampliar gradualmente a vacinação em dose única para todo o país, para pessoas de 15 a 59 anos, o que depende da disponibilidade de novas unidades da vacina Butantan-DV, que foram encomendadas no mês passado pelo Ministério da Saúde.
 
Para acelerar a fabricação em larga escala do imunizante, o ministro divulgou que o Instituto Butantan firmou uma parceria de transferência de tecnologia à empresa WuXi Vaccines, da China. (Por Agência Btasil/Edição Folha)

 

 
 
 
A Fundação Hemominas consolida sua trajetória de inovação ao disponibilizar um novo produto hemoterápico para a saúde pública em Minas Gerais. Por meio do Centro de Tecidos Biológicos (Cetebio), a instituição iniciou a produção do Colírio de Soro Autólogo (CSA), opção terapêutica segura e personalizada que auxilia no tratamento de distúrbios oculares graves.
 
Trata-se de um produto feito a partir do sangue do próprio paciente, o que reduz riscos de rejeição e amplia a eficácia do tratamento, com resultados já observados em 16 pacientes atendidos até o momento,
 
O bioquímico e gerente do Banco de Células do Cetebio, Maurício Colombini Martins, destaca a segurança do processo. “O colírio só é liberado ao paciente após a certificação de que está apto para o uso”, afirma. Ele acrescenta que pacientes com condições severas, como a síndrome do olho seco, apresentam melhora significativa na hidratação ocular com a utilização do CSA.
 
A presidente da Hemominas, Kelly Nogueira, ressalta que a produção do colírio representa um marco para a instituição. “Houve um empenho de toda a equipe do Cetebio, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e do Governo de Minas para que essa iniciativa se tornasse realidade. É mais um serviço de qualidade que a Hemominas passa a oferecer à população mineira”, destaca.
 
O CSA é indicado para distúrbios graves da superfície ocular, como os causados por disfunção lacrimal e doença do enxerto contra o hospedeiro. Embora seja uma terapia personalizada e não passível de registro sanitário na Anvisa, o produto é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina para uso terapêutico.
 
Atualmente, a Fundação Hemominas realiza a produção do CSA por meio de parceria com o Hospital São Geraldo, unidade funcional do HC-UFMG/Ebserh, referência no atendimento oftalmológico.

 

 
 
 
O mês de dezembro também é marcado pela campanha Dezembro Laranja, uma iniciativa nacional de conscientização sobre o câncer de pele, o tipo de câncer mais comum no Brasil. A ação chama a atenção da população para os cuidados com a exposição ao sol, especialmente durante o verão, quando os riscos aumentam.
 
De acordo com especialistas, o câncer de pele é provocado, principalmente, pela exposição excessiva e sem proteção aos raios ultravioleta (UV). Pessoas de pele clara, trabalhadores que atuam ao ar livre e quem se expõe ao sol por longos períodos estão entre os grupos mais vulneráveis, mas todos devem redobrar os cuidados.
 
A campanha orienta medidas simples e eficazes de prevenção, como:
* Usar protetor solar diariamente, inclusive em dias nublados;
* Reaplicar o protetor a cada duas horas ou após contato com água e suor;
* Utilizar chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV;
* Evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa.
 
Além da prevenção, o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. A recomendação é observar manchas, pintas ou feridas na pele que mudam de cor, tamanho ou formato, ou que não cicatrizam. Ao notar qualquer alteração, é essencial procurar um profissional de saúde.
 
O Dezembro Laranja reforça que cuidar da pele é um ato de saúde e de autocuidado. Com informação, prevenção e atenção aos sinais do corpo, é possível reduzir significativamente os casos graves da doença e salvar vidas. (Informações do INCA/Edição Folha FM)

 

 
 
 
A Secretaria Municipal de Saúde informou por meio das redes sociais da Prefeitura de Guanhães, que a cidade já conta com as vacinas Sincicial A e B, importantes para a proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) — principal causador da bronquiolite e de outras infecções respiratórias em bebês.
 
A partir do dia 15 de dezembro, as gestantes com idade gestacional a partir da 28ª semana, já podem procurar sua Unidade de Saúde para receber a vacina.
 
Documentos necessários:
• Cartão do SUS
• Documento com foto
• Caderneta de vacinação
 
Garanta sua proteção e a do seu bebê. Não deixe de se prevenir contra a Bronquiolite.
 
 

Aconteceu hoje a inauguração de centro de radioterapia em Itabira

Escrito por  |  Quinta, 11 Dezembro 2025 19:13  |  Publicado em Saúde
 
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, na tarde desta quinta-feira (11), da inauguração do Centro de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores, em Itabira. A nova unidade, a primeira do município, começa a funcionar imediatamente e representa um avanço importante no atendimento oncológico da região.
 
Com capacidade para atender até 50 pacientes por dia, o centro deve reduzir significativamente os deslocamentos e diminuir o tempo de espera para tratamentos contra o câncer , um dos principais desafios enfrentados por pacientes que dependem da rede pública.
 
A inauguração aconteceu durante um evento nacional que marcou a entrega simultânea de cinco centros de radioterapia em diferentes estados: Minas Gerais, Goiás, Maranhão, São Paulo e Espírito Santo. A ação integra o esforço do governo federal para ampliar a estrutura de atendimento oncológico no país.
 
Além da entrega da unidade, o governo anunciou mais de R$ 314 milhões em investimentos para a saúde pública de Minas Gerais. Os recursos serão destinados a melhorias na infraestrutura hospitalar, aquisição de equipamentos e fortalecimento da rede de atenção especializada.
 
Durante a cerimônia, o Prisendete Lula destacou a importância de levar tratamentos de alta complexidade para mais perto da população. Segundo ele, ampliar o acesso à saúde é uma prioridade, especialmente em áreas onde o deslocamento para outras cidades se torna um obstáculo ao tratamento contínuo.
 
Com a nova estrutura em funcionamento, Itabira passa a integrar o grupo de municípios mineiros aptos a oferecer radioterapia, garantindo mais qualidade de vida e esperança aos pacientes que lutam contra o câncer.

Médicos alertam para riscos de prescrição de testosterona para mulher

Escrito por  |  Quinta, 11 Dezembro 2025 18:51  |  Publicado em Saúde
 
 
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) publicaram nota conjunta restringindo uso de testosterona em mulheres.
 
Conforme as três entidades médicas, “a prescrição de testosterona deve restringir-se estritamente à única indicação formalmente reconhecida (Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo -TDSH), após avaliação clínica adequada, sendo potencialmente danosa quando utilizada sem indicação, com base em dosagens isoladas ou com objetivos não terapêuticos.”
 
O comunicado alerta efeitos colaterais, alguns com gravidade. “O uso de testosterona fora da única indicação em mulheres aumenta o risco de eventos adversos, incluindo: efeitos virilizantes como acne, queda de cabelo, crescimento de pelos, aumento do clitóris e engrossamento irreversível da voz, toxicidade e tumores de fígado, alterações psicológicas e psiquiátricas, infertilidade e potenciais repercussões cardiovasculares como hipertensão arterial, arritmias, embolias, tromboses, infarto, AVC e aumento da mortalidade, além de alterações de outros exames laboratoriais, como os de colesterol e triglicerídeos.”
 
A nota ainda ressalta que a Anvisa não aprovou nenhuma formulação de testosterona para uso em mulheres e que a agência reguladora também não reconhece “uso de testosterona para fins estéticos, de melhora de composição corporal, desempenho físico, disposição ou antienvelhecimento.” (Por Agência Brasil)

 

 

Profissionais do SUS receberão treinamento em cuidados paliativos

Escrito por  |  Terça, 09 Dezembro 2025 18:05  |  Publicado em Saúde
 
 
Profissionais de serviços de atenção primária à saúde serão treinados para atuar em cuidados paliativos, com o objetivo de proporcionar mais qualidade de vida às pessoas com doenças graves. O novo ciclo do Projeto Cuidados Paliativos começa em 2026 em 20 estados. O projeto é uma parceria do Ministério da Saúde e do Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).
 
Em entrevista, a paliativista e coordenadora médica do projeto no Sírio-Libanês, Maria Perez, informou que o primeiro encontro com as 20 secretarias estaduais de Saúde já foi realizado. Ela explicou que a compreensão mais frequente sobre os cuidados paliativos é que eles são utilizados apenas em pacientes terminais, sem chance de cura. Mas isso não é correto.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é uma abordagem que foca a questão de qualidade de vida, olhando não só os sintomas físicos, mas também questões emocionais, sociais, espirituais dos pacientes e seus familiares, benéfica a todos os portadores de doenças graves. Esses cuidados devem ser oferecidos junto com o tratamento específico para a doença de base que o paciente tiver
 
“Quando a gente fala em abordagem de cuidados paliativos, não necessita necessariamente que seja um especialista em cuidados paliativos atuando. Mas que tenha esse olhar, pensando na qualidade de vida, trazendo a pessoa para o centro do cuidado, ter sempre uma atenção na comunicação e no manejo de sintomas", afirmou Maria Perez.
 
Para ela, isso deveria acontecer desde o diagnóstico de uma doença ameaçadora da vida. "Os pacientes precisam muito dessa abordagem de cuidados paliativos. Que ela seja ofertada no momento da terminalidade, mas não só”, acrescentou.
 
O projeto Cuidados Paliativos, via Proadi-SUS, começou a ser desenvolvido no Hospital Sírio-Libanês em 2020, envolvendo profissionais de hospitais, ambulatórios de especialidades e serviços de atendimento domiciliar. Mais de 10 mil profissionais de saúde do SUS participaram de capacitações ofertadas por meio do projeto e mais de 12 mil pacientes com demandas de cuidados paliativos foram identificados por esses serviços de saúde.
 
A iniciativa é focada na capacitação e na implementação de novos protocolos para atender a esse perfil de paciente. Em 2024, após o lançamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos, o programa foi reformulado, transformando-se em projeto de apoio à política.
 
A partir de agora, com a ação mais próxima às secretarias estaduais de Saúde, a ideia é fortalecer o trabalho em toda a rede. (Por Agência Brasil/Edição Folha Imagem Freepink)
 
 

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