Saúde

 
 
O Ministério da Saúde publicou nesta semana uma campanha nas redes sociais para esclarecer dúvidas sobre a eficácia dos medicamentos genéricos e combater informações falsas relacionadas ao tema.
 
Na publicação, divulgada no perfil oficial do ministério, a mensagem destaca que a afirmação “medicamento genérico é pior porque é mais barato” é falsa. A campanha reforça que os genéricos possuem a mesma qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos de referência.
 
Segundo o Ministério da Saúde, os medicamentos genéricos passam por testes rigorosos e precisam da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de serem comercializados. O órgão também explica que os preços mais baixos acontecem porque os fabricantes não precisam repetir todas as etapas de pesquisa já realizadas pelos medicamentos originais.
 
A publicação foi feita em alusão ao Dia Nacional do Medicamento Genérico e faz parte de uma série de conteúdos voltados à divulgação científica e à democratização da informação em saúde.
 
Nos comentários da postagem, internautas relataram experiências e levantaram dúvidas sobre o uso de medicamentos genéricos, mostrando que o tema ainda gera debates entre a população. O Ministério reforça que, em caso de dúvidas, o paciente deve sempre procurar orientação médica e seguir corretamente a prescrição profissional.

 

 

Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

Escrito por  |  Quinta, 14 Maio 2026 18:08  |  Publicado em Saúde
 
 
A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nessa quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca.
 
Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria nesta sexta-feira (15).
 
Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para "mitigação dos riscos sanitários". A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica.
 
De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes.
 
O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação. "Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa", disse.
 
Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa "na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026".
 
Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência "e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa".
 
"A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor", disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas.
 
Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou "o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025". (Agência Brasil/Edição Folha)

 

 
 
 
Casos de fraudes digitais têm se tornado cada vez mais frequentes, atingindo milhares de pessoas em Minas Gerais. Em 2024, foram 56.664 casos registrados, enquanto em 2025, o número passou para 63.942. Agora, nos três primeiros meses de 2026, já são 14.957 registros, que indicam uma tendência de maior incidência desse tipo de crime no estado.
 
Pensando nisso, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), em parceria com o Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC), lançou o Guia Prático de Segurança Digital, com orientações voltadas à prevenção de crimes cibernéticos e à proteção de dados. O material reúne informações sobre as principais ameaças do ambiente virtual e medidas básicas de proteção.
 
A iniciativa surge em um contexto de ataques cibernéticos mais sofisticados e diversificados apresentando explicações sobre práticas como phishing, malware, engenharia social, ransomware e deepfakes, detalhando sinais de alerta e formas de identificação, além de estratégias de prevenção e cautela ao acessar links de compartilhamento de informações pessoais.
 
O site também conta com métodos de atuação diante de tentativas ou ocorrências de golpes, orientando sobre preservação de provas e comunicação às autoridades competentes, como a Polícia Militar (PMMG) e a Polícia Civil (PCMG). O material inclui ainda recomendações voltadas à segurança em transações digitais, considerando o aumento do uso de serviços online e os riscos associados.
 
Acesse: crimes-virtuais.seguranca.mg.gov.br e saiba mais! (Por Agência Minas/Edição Folha)
 
 
 
 
Tomar vacina é uma necessidade que pode ser planejada, com a atualização do cartão vacinal, ou surgir de forma inesperada, em casos de indicação para imunizantes como antirrábica ou antitetânica, por exemplo. Para facilitar e agilizar esse acesso e ajudar o cidadão a encontrar informações confiáveis antes de sair de casa, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), desenvolveu a ferramenta Onde Tem Vacina.
 
A iniciativa foi lançada nessa segunda-feira (11/5), em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), onde começa em fase experimental. A proposta é permitir que a população consulte a disponibilidade de vacinas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com informações atualizadas e visualização dos locais onde o imunizante pode ser encontrado.
 
“A hesitação em vacinar muitas vezes acontece por falta de acesso à informação. A pessoa vai à unidade de saúde, não encontra a vacina e demora a retornar. Com a nova ferramenta, a informação estará na palma da mão. Basta acessar para saber em qual UBS encontrar o imunizante, de forma mais rápida”, explicou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Prosdocimi.
 
A ferramenta foi desenvolvida pela equipe técnica da SES-MG, em parceria com o município de Vespasiano. Ao longo de 2026, a iniciativa será disponibilizada para outros municípios mineiros que aderirem à estratégia estadual.
 
Busca por vacinas mais simples
 
Com o Onde Tem Vacina, a população poderá consultar os estoques de vacinas disponíveis no município, identificar as UBS com doses informadas e visualizar a localização dos postos em um mapa.
 
A pesquisa poderá ser feita por unidade de saúde ou por imunobiológico, o que permite ao cidadão encontrar o local mais adequado antes de sair de casa.
 
A ferramenta também responde a um dos principais desafios enfrentados pelo Programa de Imunizações: recuperar e ampliar as coberturas vacinais. Ao reduzir dúvidas sobre onde encontrar as doses, o Estado busca facilitar o acesso da população, evitar deslocamentos desnecessários e fortalecer a confiança no serviço público de saúde. (Agência Minas/Edição Folha)

 

 
 
 
A investigação de possível transmissão de hantavírus entre passageiros de um navio de cruzeiro, no Atlântico Sul, acompanhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), trouxe o assunto de volta ao debate. No Brasil, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esclarece que o cenário é diferente, a hantavirose está associada ao contato direto com roedores silvestres, principalmente em áreas rurais, e a cepa identificada no país não é transmitida de pessoa para pessoa.
 
Segundo o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, não há motivo para alarme. “Muitas pessoas ficaram preocupadas, mas é importante esclarecer que não há transmissão de pessoa para pessoa. O vírus circula em roedores silvestres, especialmente em áreas rurais. São casos isolados, como já ocorreram em outros anos no estado”, afirmou.
 
A doença tem ocorrência pontual no estado e exige vigilância contínua, especialmente em regiões rurais. Minas tem atuação reconhecida nessa área e investe na capacitação de equipes. Em 2024, foi o primeiro estado do país a sediar treinamento prático em investigação de doenças zoonóticas, com foco em hantavirose e peste.
 
Casos no estado
 
Até o momento, Minas tem um caso confirmado de hantavirose em 2026, notificado ainda em fevereiro deste ano. O caso evoluiu para óbito e teve diagnóstico confirmado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) no mesmo período. O paciente, um homem de 46 anos, era residente de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba, e tinha histórico de contato com roedores silvestres em ambiente de lavoura e paiol.
 
De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), base oficial do Governo Federal, Minas registrou seis casos confirmados da doença em 2025, com quatro óbitos. Em 2024, foram oito casos confirmados, também com quatro óbitos.
 
Prevenção
 
Mesmo sem risco de transmissão entre pessoas, a SES-MG reforça cuidados para quem vive ou trabalha em áreas rurais.
 
“A principal orientação é evitar varrer locais com poeira seca, onde possa haver fezes ou urina de roedores. O ideal é ventilar o ambiente, umedecer o piso antes da limpeza e manter alimentos e resíduos bem protegidos”, destacou Baccheretti.
 
As principais medidas são guardar alimentos em recipientes fechados, dar destino adequado ao lixo e entulhos, manter terrenos limpos, não deixar ração animal exposta e retirar restos de alimentos de animais domésticos.
 
Sintomas
 
Os sintomas iniciais incluem febre, dores no corpo, cefaleia (dor de cabeça), dor lombar e dor abdominal. Nos casos mais graves, pode haver dificuldade respiratória, tosse seca, aceleração dos batimentos cardíacos e queda da pressão arterial.
 
Não há vacina nem tratamento específico. Pessoas com sintomas após contato com roedores silvestres ou ambientes rurais com sinais desses animais devem procurar atendimento de saúde. (Por Agência Minas/Edição Folha)
 
 
 
 
A Prefeitura Municipal de Guanhães divulgou nesta segunda-feira, 11 de maio, a realização de uma palestra especial em alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado no próximo dia 18 de maio.
 
O encontro será realizado na próxima quinta-feira, 14 de maio, a partir das 19h, no plenário da Câmara Municipal de Guanhães, e terá como tema a importância da saúde mental, do respeito e da dignidade das pessoas em sofrimento psíquico.
 
A palestra será ministrada pelo psicólogo Ricardo Coelho Santana e é voltada para toda a comunidade, além de usuários da rede de saúde mental e estudantes.
 
A ação é promovida em parceria com o CAPS, e-Multi e a Secretaria Municipal de Saúde, com o objetivo de ampliar o debate sobre a luta antimanicomial e fortalecer a defesa de um atendimento mais humanizado às pessoas em sofrimento psíquico.
 
A participação da população é muito importante. (Por Folha com informações ASCOM Guanhães)

 

 

Butantan vai produzir vacina nacional contra chikungunya

Escrito por  |  Terça, 05 Maio 2026 18:35  |  Publicado em Saúde

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nessa segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, batizada de Butantan-Chik.

Com isso, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). É indicado para população de 18 a 59 anos de idade exposta ao vírus. A partir da autorização, o Instituto Butantan também passa a ser oficializado como local de fabricação.

A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva. Agora, a vacina será produzida (formulada e envasada) no Brasil com a mesma qualidade, segurança e eficácia, segundo o governo do Estado de São Paulo.

Pelo menos 4 mil voluntários, entre 18 e 65 anos, receberam o imunizante nos Estados Unidos e foram avaliados. De acordo com os resultados publicados na revista de saúde The Lancet, em 2023, 98,9% dos participantes produziram anticorpos neutralizantes.

O imunizante foi bem tolerado e demonstrou um bom perfil de segurança, com eventos adversos leves e moderados, sendo os mais relatados dor de cabeça, dor no corpo, fadiga e febre.

Em fevereiro de 2026, o imunizante começou a ser aplicado no SUS em municípios que registram grande incidência da doença, a partir de uma estratégia piloto do Ministério da Saúde. Além do Brasil, a vacina da chikungunya foi aprovada no Canadá, na Europa e no Reino Unido.

O que é chikungunya?

O vírus da chikungunya é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite dengue e Zika.

A doença pode causar febre de início súbito (acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e punhos. Outros sintomas comuns são dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em 2025, foram registrados 500 mil casos de chikungunya no mundo. No Brasil, foram notificados mais de 127 mil casos, com 125 óbitos, de acordo com o Ministério da Saúde.

A doença causa dor crônica nas articulações, que pode durar de meses a anos e afetar gravemente a qualidade de vida. (Por Agência Brasil/Edição Folha)

Anvisa suspende venda de xaropes com clobutinol

Escrito por  |  Terça, 28 Abril 2026 18:20  |  Publicado em Saúde
 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nessa segunda-feira (27), a suspensão imediata da venda e do uso de todos os medicamentos que contenham a substância clobutinol. O componente é utilizado na formulação de diversos xaropes antitussígenos comercializados no mercado brasileiro.
 
A decisão fundamenta-se em um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância do órgão, que identificou um aumento significativo no risco de arritmias cardíacas graves em pacientes que utilizam a substância. Segundo a agência, a gravidade dos efeitos colaterais supera qualquer benefício terapêutico oferecido pelo fármaco.
 
Confira alguns dos xaropes mais conhecidos que contém a substância:
- Hytós Plus
- Pertoxil
- Silomat
- Lomisat
 
A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda (27) e já está em vigor. (Por Agência Brasil/Edição Folha)
 
 
 
 
A campanha de vacinação contra a gripe segue até o final do mês de maio, com doses disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. A ação tem como foco a proteção da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis às complicações causadas pelo vírus da influenza.
 
A imunização é destinada ao público prioritário, que inclui idosos, crianças, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades, profissionais da saúde, professores e outros grupos definidos pelo Ministério da Saúde.
 
A vacinação está sendo realizada durante o horário de funcionamento das UBSs, e é importante que os moradores procurem a unidade mais próxima, levando documento de identificação e, se possível, o cartão de vacinação.
 
A gripe pode parecer uma doença comum, mas pode evoluir para quadros mais graves, principalmente entre os públicos mais vulneráveis. Por isso, a vacinação é considerada a forma mais eficaz de prevenção, reduzindo internações e complicações decorrentes da doença.
 
Manter a vacinação em dia é um ato de cuidado individual e coletivo, contribuindo para a proteção de toda a comunidade.

 

 

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