Policial

 
 
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nessa terça-feira (12/5), o inquérito instaurado para apurar a morte de um bebê de 2 meses, ocorrida em uma unidade de saúde de Cantagalo, no Vale do Rio Doce, em 26 de junho de 2025. As investigações descartaram a prática de homicídio culposo por erro médico.
 
Durante as apurações, foram ouvidos profissionais de saúde, servidores da unidade e testemunhas, bem como analisados prontuários e documentos médicos. Houve também, entre outros procedimentos, realização de exames periciais e médico-legais para esclarecimento da causa da morte.
 
Ainda, foram analisadas as circunstâncias do primeiro atendimento prestado à criança, o retorno posterior à unidade de saúde e todas as medidas adotadas pela equipe médica. Ao término, o trabalho policial foi encerrado sem indiciamento pela ausência de indícios de prática criminosa por parte dos profissionais envolvidos no atendimento.
 
Levantamentos
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil em Peçanha. Segundo apurado, o bebê recebeu atendimento imediato durante a madrugada e foi submetido aos procedimentos clínicos compatíveis com o quadro inicialmente apresentado.
 
Testemunhas relataram que a criança deixou a unidade com sinais vitais preservados, saturação adequada e frequência cardíaca dentro da normalidade. Posteriormente, houve novo acionamento da unidade de saúde, ocasião em que o bebê já retornou sem sinais vitais.
 
Segundo o delegado responsável pelo caso, Marceleandro Silva, por meio do trabalho investigativo foi possível concluir que não houve negligência, imprudência ou imperícia capazes de caracterizar responsabilidade criminal por erro médico.
 
“A Polícia Civil atuou de forma técnica e minuciosa para esclarecer integralmente os fatos. Todas as hipóteses foram investigadas, com análise aprofundada das informações reunidas, sendo constatada a ausência de elementos que configurassem infração penal”, afirma o delegado.
 
O procedimento foi encaminhado à Justiça para análise e demais providências legais. (Por PCMG)

 

 
 
 
Uma tentativa de homicídio registrada na tarde dessa terça-feira (12) causou pânico em um estabelecimento comercial localizado em Guanhães. O caso aconteceu por volta das 14h07, quando um funcionário da loja foi atacado com golpes de faca após um desentendimento entre os envolvidos.
 
Segundo informações apuradas no local, dois homens estiveram anteriormente no estabelecimento e discutiram com a vítima. Minutos depois, eles retornaram em uma motocicleta vermelha. Ao perceber a aproximação dos suspeitos, o funcionário tentou se refugiar dentro da loja, mas foi perseguido e atingido por um golpe na lateral do abdômen durante a agressão.
 
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e encaminhou a vítima para atendimento hospitalar.
 
Imagens de câmeras de segurança auxiliaram a Polícia Militar na identificação dos suspeitos. Durante a fuga, os autores deixaram cair uma bolsa contendo aproximadamente R$ 800 em dinheiro, além da bainha da faca utilizada no crime. Os materiais foram recolhidos e entregues à delegacia para investigação.
 
A Polícia Militar segue realizando rastreamentos na região na tentativa de localizar os envolvidos, que fugiram em direção ao bairro Aod Pereira. (Por PMMG)
IMAGEM : WhatsApp

 

 
 
 
Um homem de 38 anos foi preso em Peçanha, nessa segunda-feira (11) por tentativa de homicídio qualificado contra o pai, de 79, e lesão corporal contra a mãe, de 75. A possível ação do suposto criminoso teria ocorrido em uma área rural de Cantagalo.
 
Conforme a Polícia Civil (PCMG) o investigado, em aparente estado de embriaguez, iniciou uma discussão relacionada a questões domésticas e, em seguida, teria agredido o pai com uma vara de bambu.
A vítima sofreu um golpe na cabeça, que resultou em traumatismo craniano, corte extenso e intenso sangramento. O idoso foi socorrido e após receber os primeiros atendimentos, foi transferido para um atendimento especializado devido a gravidade do caso.
 
Quando o idoso era supostamente agredido, a esposa dele - mãe do investigado -, tentou intervir, mas também teria sido atacada com a vara, sofrendo lesões.
 
Segundo o delegado responsável pelo caso, Marceleandro Silva, a execução do mandado de prisão teve como objetivo preservar a integridade física e psicológica das vítimas. “As investigações demonstraram não apenas a gravidade concreta dos fatos, mas também o risco efetivo de novas agressões, especialmente em razão do descumprimento das medidas cautelares anteriormente impostas”, observa.
 
Os trabalhos policiais prosseguem para conclusão do inquérito. (Com informações PCMG)

 

 

A PCMG informa que, em relação à prisão de um homem, de 46 anos, ocorrida em 01/04/2026, em Guanhães, por crimes no contexto de violência doméstica, encontram-se em investigação os delitos de coação no curso do processo e fraude processual.
Na presente data, (7/5), seis pessoas estão sendo ouvidas no âmbito das apurações.
As investigações seguem em andamento.

 
 
A Polícia Civil está realizando nesta quinta-feira (07), oitivas com assessores e secretários ligados à administração do prefeito de Guanhães, Evandro Lott, preso preventivamente no início do mês de abril.
 
Durante a manhã de hoje (07), a reportagem da Folha esteve na Delegacia de Guanhães acompanhando toda a movimentação. Alguns dos convocados chegaram ao local acompanhados de advogados para prestar depoimento.
 
As oitivas devem continuar ao longo desta quinta-feira e fazem parte das investigações conduzidas pela Polícia Civil.
 
A reportagem da Folha conversou com o delegado da Polícia Civil, Marceleandro Silva, que informou que a corporação vai divulgar uma nota oficial com informações públicas sobre o andamento dos trabalhos investigativos.

 

 

Polícia Militar inicia campanha Maio Amarelo 2026 em Minas Gerais

Escrito por  |  Segunda, 04 Maio 2026 18:15  |  Publicado em Policial
 
 
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) lançou nesta segunda-feira (4/5), a campanha Maio Amarelo 2026. A ação marca o início das atividades educativas e preventivas promovidas pela PMMG durante o mês, período dedicado à conscientização para a redução de sinistros de trânsito e preservação da vida.
 
A campanha que acontece desde 2014, contará com a atuação integrada do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), nas rodovias estaduais e delegadas e do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) no âmbito da capital mineira, com foco em ações de fiscalização, educação para o trânsito e mobilização social em todo o estado de Minas Gerais.
 
Segundo o comandante do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, tenente-coronel Welington Eduardo Mourão Ferreira, o trânsito rodoviário é de uso coletivo, portanto é preciso que o condutor tenha a consciência que o descumprimento da legislação afeta diretamente os demais usuários.
 
“A combinação de álcool e direção, a falta de manutenção preventiva, ultrapassagens e locais proibidos, excesso de velocidade são as causas mais comuns de acidentes nos mais de 30 mil quilômetros de estradas estaduais que cortam o estado”, concluiu o comandante.
 
De acordo com a comandante do Batalhão de Polícia de Trânsito, tenente-coronel Layla Brunnela, além das ações de conscientização e de fiscalização, é importante que os usuários das vias adotem medidas de autoproteção e fiel cumprimento da legislação de trânsito.
 
“É preciso que os condutores respeitem desde um semáforo fechado a um local com restrição de parar ou estacionar. Os condutores precisam estar focados na direção do veículo e que não desviem a atenção com o uso de aparelhos eletrônicos”. (Por Agência Minas/Edição Folha)

 

 
 
 
Uma operação da Polícia Militar resultou na prisão de suspeitos envolvidos com o tráfico de drogas no bairro Alvorada, em Guanhães, no último domingo, 26 de abril.
 
De acordo com informações repassadas pela corporação, a ação ocorreu durante patrulhamento em uma área já conhecida pelo intenso comércio de entorpecentes. Durante a operação, os militares flagraram dois indivíduos no momento em que realizavam a entrega de drogas a um usuário que estava em uma motocicleta.
 
Ao perceber a aproximação da viatura, o condutor da motocicleta tentou fugir, mas acabou colidindo frontalmente com o veículo policial. Apesar do impacto, ele foi contido pelos militares.
 
Durante a abordagem, foram encontradas com o suspeito porções de maconha e cocaína. Em continuidade à ocorrência, os policiais se deslocaram até a residência dos indivíduos apontados como responsáveis pela comercialização das drogas, onde apreenderam dinheiro em espécie, aparelhos celulares de procedência duvidosa e outros materiais relacionados ao tráfico.
 
Os suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde ficaram à disposição da Justiça para as demais providências legais. (Por Folha com informações PMMG)

 

 

 

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da 2ª Delegacia Regional de Guanhães, com apoio da equipe da Polícia Civil em Passa Quatro, prendeu um homem de 29 anos em cumprimento a mandado de prisão no município de Passa Quatro, no Sul do Estado.

O investigado é suspeito de envolvimento em diversos crimes patrimoniais, bem como contra a administração pública e a fé pública, praticados em um cartório localizado no município de Senhora do Porto.

As investigações foram conduzidas pelos delegados Robert Salles e Marceleandro Silva, da 2ª DRPC de Guanhães, que reuniram elementos probatórios indicando a prática de fraudes no âmbito da serventia extrajudicial, além do risco de prejuízo à instrução criminal.

Diante disso, foi representada pela prisão preventiva do investigado junto ao Poder Judiciário, medida devidamente deferida. O mandado foi cumprido pela Delegacia de Polícia Civil em Passa Quatro, por equipe coordenada pelo delegado Bruno Cunha.

O investigado, que exercia a função de tabelião substituto, é apontado como um dos principais articuladores do esquema. Entre os crimes apurados estão peculato, falsidade ideológica, falsificação de documento público, supressão de documentos e lavagem de capitais.

As apurações indicam que o grupo utilizava a estrutura do cartório para emissão de documentos fraudulentos, uso indevido de selos notariais e supressão de arquivos eletrônicos, condutas que teriam causado prejuízos a particulares, ao Estado e à fé pública.

Também há indícios da prática de golpes patrimoniais relacionados a negociações imobiliárias, bem como da utilização de documentos falsos para obtenção de vantagens financeiras.

Segundo o delegado Robert Salles, “a prisão cautelar constitui medida necessária para resguardar a instrução do inquérito policial, evitar interferências indevidas e assegurar a aplicação da lei penal”.

O delegado Marceleandro Silva destacou que “as investigações evidenciaram indícios consistentes de um esquema estruturado e complexo, sendo a pronta atuação da Polícia Civil fundamental para interromper as práticas ilícitas e avançar na responsabilização dos envolvidos”.

A Polícia Civil de Minas Gerais reafirma seu compromisso com a defesa da legalidade e informa que as investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos, rastrear valores eventualmente desviados e dimensionar a totalidade dos prejuízos causados. (Por PCMG/Edição Folha)

 
A ausência de pai ou mãe na infância, marcada por promessas não cumpridas e falta de convivência, pode deixar sequelas profundas ao longo da vida. Esse tipo de situação tem nome na Justiça: abandono afetivo. E, desde outubro de 2025, uma lei brasileira passou a permitir que filhos processem responsáveis ausentes e peçam indenização por danos morais.
A legislação reconhece que não basta garantir sustento financeiro. A presença, o cuidado e a participação na vida da criança também são deveres legais. Mesmo pais que pagam pensão podem ser responsabilizados se forem omissos no vínculo afetivo.
Relatos mostram o impacto dessa ausência desde cedo. Crianças que esperam por visitas que nunca acontecem, que veem colegas acompanhados pelos pais na escola ou em festas, e que crescem tentando entender por que foram deixadas de lado.
De acordo com especialistas, o abandono afetivo não é caracterizado por conflitos pontuais ou relações difíceis, mas por ausência contínua e prejuízos concretos ao desenvolvimento emocional do filho.
As consequências podem ser duradouras. Entre elas, medo de rejeição, ansiedade e dificuldade em estabelecer relações. Há também impactos na autoestima. Especialistas apontam que, além da compensação financeira, o reconhecimento judicial pode ter efeito importante na reconstrução emocional.
A lei também estabelece regras sobre quem pode entrar com a ação. O pedido pode ser feito pelo próprio filho a partir dos 18 anos ou por responsáveis legais. Atualmente, o entendimento predominante é que há prazo até os 21 anos, mas juristas defendem que esse tipo de dano seja considerado imprescritível.
Dados apontam que, em cerca de 90% dos casos, a ausência é paterna. Para especialistas, isso está ligado a fatores culturais e à forma como muitos homens ainda se relacionam com a paternidade após separações. (Por G1/Edições Folha)

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