Saúde

Anvisa proíbe venda de fórmula infantil contaminada por toxina

Escrito por  |  Quinta, 19 Março 2026 15:23  |  Publicado em Saúde
 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (19) a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de lotes da fórmula infantil para lactentes Aptamil Premium 1 - 800g, produzida pela Danone.
 
Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi tomada após comunicado de recolhimento voluntário emitido pelo próprio fabricante. Laudos da Danone constataram a presença da toxina cereulida no produto, indicado para recém-nascidos de até 6 meses.
 
De acordo com o comunicado, os seguintes lotes devem ser recolhidos:
 
- 2026.09.07 (fabricação em 8/3/2025)
- 2026.10.03 (fabricação em 3/4/2025)
- 2026.09.09 (fabricação em 10/3/2025)
 
A Anvisa destacou que a cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus e que o consumo de alimentos contaminados por essa substância pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia (sonolência excessiva, lentidão de movimentos e de raciocínio), além de incapacidade de reagir e expressar emoções.
 
Para o consumidor que utiliza a fórmula infantil Aptamil Premium 1 - 800g, a orientação é verificar o número do lote impresso. Caso o produto pertença a um dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado ou oferecido para consumo.
 
 
Para receber informações sobre como proceder em relação a eventuais trocas e devoluções, a Anvisa pede que o consumidor entre em contato diretamente com a Danone, por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem.
 
“Se a criança apresentar sintomas compatíveis com os citados após o consumo do produto dos lotes indicados, leve-a para atendimento médico. Ao procurar atendimento, é importante informar o alimento que foi consumido, se possível com uma amostra da embalagem, caso a tenha disponível.”

 

 

Associação Ato de Amor promove mobilização urgente por doação de sangue

Escrito por  |  Quinta, 19 Março 2026 15:22  |  Publicado em Saúde
 
 
A Associação Ato de Amor está promovendo uma importante mobilização solidária diante de um cenário preocupante: os bancos de sangue estão operando em níveis críticos e precisam urgentemente de reposição. A campanha busca sensibilizar a população sobre a importância da doação, um gesto simples que pode salvar vidas.
 
Será realizada uma caravana até a cidade de Diamantina no dia 25 de abril, oferecendo aos voluntários a oportunidade de contribuir diretamente com essa causa essencial. A saída está marcada para às 5h da manhã, da rodoviária de Guanhães. Já as doações terão início a partir das 8h, no local de coleta em Diamantina.
 
A a participação de cada doador é fundamental para manter os estoques de sangue em níveis seguros, garantindo atendimento a pacientes em hospitais da região. Os interessados em participar da caravana ou obter mais informações podem entrar em contato pelo telefone: (33) 98804-9294.

 

 

Caso confirmado de sarampo acende alerta sobre cobertura vacinal

Escrito por  |  Quarta, 18 Março 2026 15:49  |  Publicado em Saúde
 
 
A confirmação de um caso de sarampo em uma bebê de 6 meses em São Paulo, na semana passada, acendeu novamente o alerta sobre a importância de manter altas coberturas vacinais como uma barreira para proteger quem ainda não pode ser imunizado.
 
A bebê ainda não tinha idade para receber a vacina, já que o calendário do Sistema Único de Saúde prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses, o que garante a proteção contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Aos 15 meses, as crianças devem receber uma dose da tetra viral, que reforça a imunidade contra essas três doenças e acrescenta a catapora na lista.
 
De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, quando a cobertura está alta, os bebês mais novos ficam protegidos pela barreira criada por quem já se vacinou.
 
"A vacina do sarampo também impede a infecção e a transmissão com alta efetividade. Ela tem essa capacidade, que a gente chama de esterilizante. Além de prevenir que a pessoa contraia a doença, ela também evita que essa pessoa seja um portador e transmissor do vírus", explica Kfouri.
 
"O sarampo é uma doença de altíssima transmissibilidade, especialmente entre os não vacinados. A imunização em altas taxas é o que funciona como barreira na circulação do vírus. Mas se isso não acontecer, não é nem necessário que alguém viaje e contraia o vírus lá fora. Basta ficar aqui, com tanta gente vindo de outros países onde há surto, que o risco é o mesmo", alerta o vice-presidente da Sbim.
 
No ano passado, 92,5% dos bebês receberam a primeira dose, mas apenas 77,9% completaram o esquema na idade correta.
 
Os bebês vacinados dentro do tempo ficam protegidos ao longo da vida, mas crianças e adultos que não têm comprovante de vacinação devem receber a vacina. Dos 5 aos 29 anos, recomenda-se duas doses, com intervalo de um mês. Dos 30 aos 59 anos, é necessária apenas uma dose. A vacina só não pode ser tomada por gestantes e pessoas imunocomprometidas.
 
O caso na bebê em São Paulo foi o primeiro registro da doença no país neste ano, mas, no ano passado, outras 38 infecções foram confirmadas, a maior parte com origem importada.
 
Ainda assim, o país segue com o certificado de área livre da doença, concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2024, porque, felizmente, não há transmissão sustentada de sarampo no nosso território.
 
No entanto, o Brasil já havia conquistado esse certificado antes, em 2016, e acabou perdendo em 2019, após surtos que começaram com casos importados.
 
Alerta nas Américas
O continente americano vive uma situação preocupante com relação à doença. No ano passado foram registrados 14.891 casos em 14 países, com 29 mortes. Já este ano, somente até o dia 5 de março, foram 7.145 infecções confirmadas. Isso significa que, em apenas dois meses, foi detectada quase metade de todos os casos do ano passado. A situação é mais grave no México, Estados Unidos e Guatemala. (Por Agência Brasil/Edição Folha)

 

 

Anvisa recolhe esmaltes em gel com substância proibida

Escrito por  |  Terça, 17 Março 2026 18:12  |  Publicado em Saúde
 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nessa segunda-feira (16) o recolhimento de esmaltes em gel da marca Impala, fabricados pela empresa Laboratório Avamiller de Cosméticos Ltda.
 
De acordo com a Anvisa, a lista de produtos afetados inclui:
 
Plus Gel Esmalte Impala Gel (todos os lotes);
Esmalte Gel Impala Gel Plus (todos os lotes);
Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear (todos os lotes).
 
Em nota, a agência informou que a medida foi tomada após a empresa comunicar sobre o recolhimento voluntário de produtos que têm, em suas formulações, a substâncias proibidas em cosméticos no Brasil.
 
Entenda
Em outubro de 2025, a Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 995/2025, que proíbe o uso de duas substâncias químicas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes.
 
As substâncias proibidas são o TPO [óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina] e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como DMTA, que podem estar presentes em produtos usados para fazer unhas artificiais em gel ou esmaltes em gel, que precisam ser expostos à luz ultravioleta (UV) ou LED.
 
A medida, segundo a agência, tem como objetivo proteger a saúde da população contra riscos de câncer e problemas reprodutivos e foi aprovada em reunião da diretoria colegiada.

 

 
 
 
Em menos de duas semanas, o número de casos de Mpox dobrou em Minas, passando de cinco para dez em 2026. Só em Belo Horizonte são oito registros. Apesar do aumento das notificações, todos os pacientes apresentaram evolução e estão curados.
 
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), na última sexta-feira (6), foram duas confirmações na capital, que já tinha outros seis registros. Além de BH, Contagem, na região metropolitana, e Formiga, no Centro-Oeste, notificaram um caso cada. Todos os pacientes são homens, com idades entre 30 e 45 anos.
 
No cenário nacional, o Brasil já soma 140 casos em 2026 - não há óbito. O estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
 
Apesar dos registros, o Ministério da Saúde reforçou que o cenário não indica, neste momento, "situação de crise". A pasta garantiu que o SUS está preparado para diagnóstico, tratamento e monitoramento dos casos, com investigação epidemiológica e rastreamento de contatos.
 
Sintomas, diagnóstico e tratamento de Mpox
Os principais sinais e sintomas da doença incluem lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar eventual contato com caso suspeito ou confirmado.
 
A Mpox é considerada altamente infecciosa e o diagnóstico é realizado por meio da coleta de material das lesões, com identificação do vírus pela técnica de PCR. A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões de pele e fluidos corporais de pssoas infectadas, além de objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença e higienizar constantemente as mãos.
 
Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Também é fundamental reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel.
 
O tratamento é baseado em suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. Não há, até o momento, medicamento específico para a doença. (Por Hoje em Dia/Edição Folha)

 

 
 
 
Praticar atividades físicas pode ajudar em um envelhecimento mais saudável. É o que defenderam especialista no dia de consciência e combate ao sedentarismo, celebrado nessa terça-feira (10). A prática regular pode evitar doenças e garantir mais mobilidade e autonomia ao longo de toda a vida.
 
Segundo a médica e professora de geriatria da pós-graduação da Afya Vitória, Karoline Fiorotti, o sedentarismo está associado ao aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, além de favorecer a sarcopenia, que é a perda progressiva de massa e força muscular e que compromete o equilíbrio, a marcha e a capacidade de reação, elevando o risco de quedas, fraturas e hospitalizações.
 
“O corpo do idoso responde muito rapidamente à inatividade. Em poucas semanas, já é possível observar perda de massa muscular, piora do equilíbrio e redução da capacidade cardiorrespiratória”, diz.
 
Raul Oliveira, professor da graduação de fisioterapia da Afya Centro Universitário Itaperuna, complementa que atividades simples do cotidiano, como caminhar, levantar e sentar, subir pequenos degraus, alongar ou até realizar tarefas domésticas, ajudam a preservar a força muscular, a mobilidade das articulações, o equilíbrio e a coordenação, fatores essenciais para a independência nas atividades diárias, como tomar banho, se vestir e locomover.
 
A atividade física desempenha ainda papel relevante na preservação da memória e do raciocínio ao longo da vida. Segundo os especialistas algumas das consequências do sedentarismo, sentidas principalmente por pessoas idosas são:
 
- Perda de massa muscular
A falta de movimento acelera a perda de massa e força muscular. Com menos músculos, o idoso perde autonomia para realizar tarefas simples do dia a dia, como subir escadas, levantar da cadeira ou carregar objetos.
 
- Aumento do risco de quedas
Fraqueza muscular e piora do equilíbrio aumentam a instabilidade ao caminhar. O sedentarismo reduz reflexos e coordenação, elevando significativamente o risco de quedas e fraturas.
 
- Rigidez articular e dor crônica
Articulações que não se movimentam perdem mobilidade e flexibilidade. Isso favorece dores persistentes, limitação de movimentos e piora de quadros como artrose.
 
- Declínio da memória e da cognição
O cérebro também precisa de estímulo. A atividade física melhora a circulação cerebral, contribui para a manutenção das funções cognitivas e ajuda a reduzir o risco de declínio cognitivo.
 
- Osteoporose e fraturas
Sem estímulo do movimento, os ossos perdem densidade e ficam mais frágeis. Isso aumenta o risco de quedas evoluírem para fraturas, especialmente de quadril e coluna.
 
- Aumento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol elevado: o sedentarismo dificulta o controle da glicose, da pressão arterial e das gorduras no sangue, favorecendo o surgimento ou a piora dessas doenças.
 
- Piora do padrão do sono
A falta de atividade física reduz a regulação do ciclo sono–vigília, favorecendo insônia, o sono fragmentado e a sensação de descanso insuficiente.
 
- Maior risco de ansiedade e depressão
O movimento estimula substâncias ligadas ao bem-estar, como endorfina e serotonina. Sem esse estímulo, há maior vulnerabilidade ao humor deprimido e à ansiedade.
 
- Piora da imunidade e maior risco de infecções
A inatividade contribui para um sistema imunológico menos eficiente, deixando o organismo mais suscetível a infecções respiratórias e outras doenças.
 
- Complicações gastrointestinais
A falta de movimento reduz o estímulo natural do intestino, tornando o trânsito intestinal mais lento e favorecendo o intestino preso.

 

 

Câmara aprova regras para comercialização de remédios em supermercados

Escrito por  |  Quarta, 04 Março 2026 15:54  |  Publicado em Saúde
 
 
A Câmara dos Deputados aprovou nessa segunda-feira (2) o Projeto de Lei 2158/23, que autoriza a instalação de um setor de farmácias no interior de supermercados – desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade. A proposta agora segue para sanção presidencial.
 
Entenda
De acordo com o texto, embora a farmácia em questão possa operar sob a mesma identidade fiscal do supermercado ou por meio de contrato com drogaria licenciada e registrada nos órgãos competentes, ela terá que seguir as mesmas exigências sanitárias e técnicas vigentes, incluindo: presença obrigatória de farmacêuticos legalmente habilitados durante todo o horário de funcionamento da farmácia; dimensionamento físico e estrutura de consultórios farmacêuticos; recebimento, armazenamento, controle de temperatura, ventilação, iluminação e umidade adequados;
rastreabilidade, assistência e cuidados farmacêuticos.
 
O projeto de lei restringe a oferta de medicamentos em áreas abertas, comunicáveis ou sem separação funcional completa, como bancadas, estandes ou gôndolas externas ao espaço da farmácia ou drogaria.
 
Controle especial
Em casos de compra de medicamentos de controle especial, quando há retenção da receita médica, o texto determina que a entrega do remédio só aconteça após o pagamento.
Tais medicamentos poderão ser transportados do balcão de atendimento da drogaria até o local de pagamento em embalagem lacrada, inviolável e identificável.
 
Comércio eletrônico
O projeto permite às farmácias licenciadas e registradas pelos órgãos competentes contratarem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor, desde que assegurado o cumprimento integral da regulamentação sanitária aplicável.
 
Categoria
Em nota, o Conselho Federal de Farmácia avaliou que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados reduz danos, mantendo as exigências sanitárias já previstas no Senado, além de atender a pontos classificados como centrais e defendidos pela entidade.
 
Contraponto
Dias antes da aprovação, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) recomendou a rejeição de qualquer proposta legislativa que disponha sobre a venda de medicamentos em supermercados.
 
“O projeto autoriza supermercados e estabelecimentos similares a dispensarem medicamentos isentos de prescrição, o que, pela avaliação do plenário do CNS, pode desencadear interesses comerciais acima do cuidado à saúde das pessoas, do acesso racional e seguro dos medicamentos e à segurança e o bem-estar da população”, avaliou a entidade em nota.
 
Em dezembro, o Ministério da Saúde também se posicionou contrário ao texto. Para a pasta, a medida compromete o alcance do eixo estratégico 13 da Política Nacional de Assistência Farmacêutica, que prevê a promoção do uso racional de medicamentos, por intermédio de ações que orientem a prescrição, a dispensação e o consumo. (Por Agência Brasil/Edição Folha)

 

 

Minas Gerais inicia vacinação contra dengue para profissionais de saúde

Escrito por  |  Quarta, 04 Março 2026 15:49  |  Publicado em Saúde

 

O Governo de Minas ampliou a vacinação contra a dengue para profissionais de saúde que estão na linha de frente e realizam atendimentos na Atenção Primária à Saúde (APS), como médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários e profissionais administrativos.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recebeu e distribuiu imediatamente aos 853 municípios mineiros mais de 82 mil doses da vacina, desenvolvida pelo Instituto Butantan e enviadas pelo Ministério da Saúde, com o objetivo de operacionalizar a imunização dos profissionais com até 59 anos.

A meta estipulada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) é alcançar 90% de cobertura vacinal desse público.

Para o subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, Eduardo Prosdocimi, a proteção desse público representa um avanço importante na prevenção contra a dengue no estado. "Agora é o momento para que os profissionais que trabalham no atendimento à população nos postos de saúde sejam vacinados contra a dengue, principalmente porque estamos no período sazonal".

"A vacinação se soma às ações de prevenção desenvolvidas em todo o estado e aos investimentos estaduais para reduzir os casos de arboviroses", reforça Prosdocimi, que assegura que o imunizante de dose única é eficaz e representa uma medida estratégica para reduzir, a médio e longo prazo, a dengue como emergência de saúde pública.

De acordo com o Ministério da Saúde, a próxima etapa de ampliação ocorrerá de forma gradativa, iniciando pelo público adulto a partir de 59 anos até alcançar as pessoas com 15 anos de idade, conforme a disponibilidade e a entrega de doses pelo órgão federal. A previsão é que, no segundo semestre de 2026, as doses já estejam sendo distribuídas aos estados para a ampliação.

A vacina 100% brasileira foi desenvolvida pelo Instituto Butantan, é de dose única e tetraviral, ou seja, protege contra os sorotipos 1, 2, 3 e 4 de dengue. (Por Agência Minas/Edição Folha)

Anvisa determina apreensão de canetas emagrecedoras sem registro

Escrito por  |  Terça, 24 Fevereiro 2026 17:11  |  Publicado em Saúde
 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nessa segunda-feira (23/2), uma resolução determinando a apreensão de canetas emagrecedoras sem registro no Brasil. São elas:
 
• Lipoless MD 15 mg/Lipoless 15 mg, 12,5 mg e 10 mg – todos os lotes produzidos pelo Laboratório Éticos
• Retatrutide 40 mg – todas as marcas e lotes
• Tirzec 15mg/Tirzec pen 15 mg – todas as marcas e lotes
• Lipoland 15 mg – todos os lotes produzidos pelo laboratório Landerlan
• T.G 15 mg e 10 mg – todos os lotes produzidos pelo laboratório Landerlan
 
Dessa forma, estão proibidas a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação e o uso do produto, que não tem registro sanitário. A determinação consta na Resolução (RE) nº 690/2026.
 
Os medicamentos, lotes, fabricantes e motivos da apreensão foram divulgados no Diário Oficial da União (DOU). (Por ANVISA)
 
 

Pagina 1 de 121

Folha Tempo

Obtendo...
Obtendo cidade 00º C
Obtendo tempo...
Nascer do Sol: 00:00 - Pôr do Sol: 00:00
Velocidade do vento: -- km/h

Nosso Facebook

Contato

Endereço

Folha de Guanhães Online
Praça Néria Coelho Guimarães, 40
Guanhães, CEP.: 39740-000
Minas Gerais - Brasil
 

Telefones de Contato

 

E-mail de Contato