Número de registros de nascimento cai 70% depois da paralisação no HIC
Publicado em 10/03/2010

» Oficial do Cartório Civil da cidade, Carlos Magno de Souza Nunes
A certidão de nascimento é o primeiro passo para o exercício da cidadania. É nela que fica registrado o nome, o sobrenome e a nacionalidade do cidadão. É imprescindível fazer o registro de nascimento do bebê, que é gratuito, e ter a certidão.
Em Guanhães, um passo tão importante como esse na vida do cidadão tem caído assustadoramente. Segundo o oficial do Cartório Civil da cidade, Carlos Magno de Souza Nunes, que está há 30 anos na profissão,e a escrevente substituta, Sônia Beatriz Nunes Almeida, que trabalha nessa área há 22 anos, com a paralisação do HIC houve uma redução no número de registros de nascimento, logo no número de certidões.
Isso porque para se fazer o registro e receber a certidão os pais devem levar a certidão de casamento, identidade e atualmente a tão difícil declaração do hospital.
De acordo com a escrevente substituta, o número de registros depois da paralisação caiu cerca de 70 % "antes da paralisação a gente fazia 3, 4 registros por dia, hoje passamos dias sem fazer", e completou "devido à falta de atendimento no hospital, as crianças estão nascendo em maternidades da região e só algumas estão sendo registradas aqui".
Apesar dessa redução expressiva, o oficial Carlos Magno ressalta a importância de ter a certidão de nascimento "a criança vai ser conhecida a partir do registro de nascimento, ela passa a fazer parte dos órgãos governamentais e sociais", e finaliza "as pessoas só passam a ser conhecidas a partir do registro".
Em Guanhães, um passo tão importante como esse na vida do cidadão tem caído assustadoramente. Segundo o oficial do Cartório Civil da cidade, Carlos Magno de Souza Nunes, que está há 30 anos na profissão,e a escrevente substituta, Sônia Beatriz Nunes Almeida, que trabalha nessa área há 22 anos, com a paralisação do HIC houve uma redução no número de registros de nascimento, logo no número de certidões.
Isso porque para se fazer o registro e receber a certidão os pais devem levar a certidão de casamento, identidade e atualmente a tão difícil declaração do hospital.
De acordo com a escrevente substituta, o número de registros depois da paralisação caiu cerca de 70 % "antes da paralisação a gente fazia 3, 4 registros por dia, hoje passamos dias sem fazer", e completou "devido à falta de atendimento no hospital, as crianças estão nascendo em maternidades da região e só algumas estão sendo registradas aqui".
Apesar dessa redução expressiva, o oficial Carlos Magno ressalta a importância de ter a certidão de nascimento "a criança vai ser conhecida a partir do registro de nascimento, ela passa a fazer parte dos órgãos governamentais e sociais", e finaliza "as pessoas só passam a ser conhecidas a partir do registro".













